quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Parques da Cidade de Passo Fundo

Parque Turístico da Roselândia

Parque Turístico da Roselândia

A Roselândia está localizada na zona sul de Passo Fundo, junto ao distrito de São Roque, sendo uma região coberta de vegetação nativa, com declives acentuados, onde se encontram uma bela cachoeira formada pelo riacho Paiol da Telha. O nome Roselândia foi dado pelo senhor Irady Laimer, proprietário dessa área que em 1970 lá iniciou o cultivo de rosas. A partir de então diversos clubes da cidade aí estabeleceram suas sedes campestres; foi criado o kartódromo, passou a sediar o Rodeio Internacional de Passo Fundo e hoje, com a mais completa infra-estrutura, é conhecido como Parque Turístico da Roselândia.

Parque da Gare
Parque da Gare
 
Com diversas atividades artísticas e feira de artesanato. Quando a antiga estação férrea deslocou-se do centro da cidade, abriu-se uma avenida para a criação do parque. O prédio da antiga Gare foi preservado e hoje abriga diversas associações, um posto da Brigada Militar e a feira de produtores. É do mirante da Gare que se vislumbra o mais belo pôr-do-sol de Passo Fundo.



Reserva Maragato
Parque rural que ofereçe galpão com fogo de chão, camping, alimentação completa, sala de estar com lareira, participação na lida, sala de eventos para 60 pessoas e trilha ecológica.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Usina do Gasômetro -Porto Alegre RS

Gestação Cultural Usina das Artes:
A iniciativa está gerando, desde março de 2005 espaço de referência fixo para dezesseis Companhias de Teatro e Dança e para dez outras Companhias convidadas. Estão sendo criadas quatro oficinas permanentes voltadas ao espetáculo: luz, cenografia, figurino e produção. O conjunto das oficinas funciona como base de produção para um espetáculo por cada mês. A previsão da organização é que ao final do projeto, um  público de 70 mil pessoas tenha assistido aos espetáculos.


Espaço

Administrada pela Prefeitura, conta com espaços para exposições no térreo, como a Galeria Iberê Camargo e a Galeria dos Arcos, esta última exclusiva para mostras fotográficas. No segundo andar está a Sala Elis Regina, com 745m², que a partir de janeiro de 2008 será transformada num verdadeiro teatro a homenagear uma das maiores de todas as cantoras brasileiras.








                      História
No dia 15 de novembro de 1928, era inaugurada uma das primeiras edificações em concreto armado do Estado, projetada para gerar energia elétrica à base de carvão mineral para Porto Alegre. Em novembro de 2008, a Usina do Gasômetro completa 80 anos e se caracteriza como um dos principais centros culturais da capital gaúcha.

A Usina forneceu energia elétrica à base de carvão mineral para Porto Alegre de 1928 a 1974, quando foi desativada. Sua importância histórica é inegável, sendo palco da industrialização ainda incipiente no Brasil. O projeto veio da Inglaterra, assim como todas as máquinas e materiais.

Sua edificação aconteceu na chamada Praia do Arsenal e, próximo a ela, na antiga Rua Pantaleão Telles - atual Washington Luiz -, havia outra edificação desde 1874: a Usina de Gás, o Gasômetro. Popularmente, o perímetro entre as ruas Pantaleão e General Salustiano era chamado de "volta do Gasômetro", eis o porquê do prédio receber esta denominação.

A famosa chaminé foi construída em 1937, devido às reclamações dos moradores pela nuvem de fuligem provocada com a queima do carvão. A mobilização da sociedade impediu sua demolição, que visava à passagem de uma avenida pelo local. Em 1989, a Prefeitura indicou o prédio como Espaço Cultural do Trabalho e, a partir de 1991, seus 18.000m² de área total foram abertos à população.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Igrejinha

Ficheiro:Igrejinha 1930

  

  Em 1814 foi concedida a Antônio Borges de Almeida Leães uma sesmaria que compreendia os atuais territórios de Taquara, de Igrejinha e de Três Coroas. Em 1845, Tristão José Monteiro adquiriu a sesmaria e criou a Colônia de Santa Maria do Mundo Novo. A partir de 1846, muitos colonos alemães, vindos de São Leopoldo e diretamente da Alemanha, fixaram-se nessa Colônia e, aos poucos se espalharam pelas margens do rio Santa Maria (hoje Rio Paranhana), rumo ao norte. Grandes partes de terra dessa Colônia foram vendidas a baixo preço aos novos colonizadores, os quais encontraram muitas dificuldades quanto ao cultivo do solo. O rio era o único meio de escoamento dos produtos colhidos na região, os quais eram transportados em pequenos barcos até Sapiranga, onde eram distribuídos.[1]
  A Colônia dividia-se em três seções: Baixa Santa Maria – hoje Taquara, Média Santa Maria – hoje Igrejinha : Alta Santa Maria – hoje Três Coroas. Devido as rivalidades existentes entre os colonos alemães foram criadas novas denominações pejorativas a estes locais: a seção do sul chamaram em seu dialeto de Mau canto, a do meio, de Ruela dos Judeus (em alemão: Judengasse) e a mais ao norte de Terra Relaxada.
Foi na Média Santa Maria, que Tristão Monteiro construiu uma grande casa de alvenaria em estilo Português, a chamada "Casa de Pedra". Esta casa foi construída para instalar a capatazia e o armazém de abastecimento dos primeiros colonos e do pessoal que procedia a medição das terras do vale.
Nesta época ocorreram diversos e sangrentos conflitos entre imigrantes e índios, acarretando na completa exterminação dos caigangues na região. O conflito mais conhecido é chamado de Tragédia da família Waterpull,onde os índios atacaram a fazenda da família, mataram os homens e sequestraram as mulheres. Este sequestro somente terminou através de uma operação do Exército Imperial Brasileiro.

Casa de pedra


Ficheiro:Igreja-Grabriel-Igrejinha
Ficheiro:Igreja-Grabriel-Igrejinha.jpg

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pontos Turísticos de Cachoeira do Sul

Château d'Eau



É o principal ponto turístico da cidade. Seu antigo
objetivo era ser um reservatório de água para a cidade, tendo inclusive sido desativado em 1980. Atualmente, o Château d'Eau é considerado patrimônio cultural do estado do Rio Grande do Sul, formando um dos mais belos conjuntos arquitetônicos do estado.

Catedral Nossa Senhora da Conceição



Inaugurada em 1799, a Catedral Nossa Senhora da Conceição está localizada na frente do Château d'Eau. É um dos símbolos da
história do Rio Grande do Sul.

Ponte do Fandango



Foi construída para facilitar o acessa da
cidadã à capital Porto Alegre. A Ponte do Fandango foi a primeira ponte-barragem do Brasil e na época, a segunda maior do mundo.

domingo, 16 de janeiro de 2011

História de Aceguá

 
Cavalo de pedra

Aceguá é uma palavra de origem Guarani que significa "Local de descanso eterno". Pela altura do terreno (serra de Aceguá) possivelmente tenha sido escolhido o local que os indígenas habitantes desta zona utilizavam para enterrar seus mortos. Conta-se que há mais de 150 anos já havia famílias estabelecidas nesta localidade e imediações.

 
Praça Internacional

Em 1863 surge, no parlamento Uruguaio, uma lei criando o Pluebo Juncal, onde hoje é Aceguá. Posteriormente passou a denominar-se Povo Almeida em homenagem as primeiras famílias no local. Por volta de 1941 começaram a falar em Povo Aceguá, denominação que permanece até os dias de hoje. Em 1986, por iniciativa da Comissão de Cultura de Aceguá, em contato com representantes nacionais, o Parlamento Uruguaio promulga a lei que eleva o Povo de Aceguá a categoria de Vila.


 
Rio Jaguarão

Pontos Turísticos de Tramandaí

sábado, 15 de janeiro de 2011

Bagé-RS



 Praça Silveira Martins




O atual município de Bagé teve o seu primeiro contato com o homem europeu no final do século XVII, entre 1683 e 1690, quando os padres jesuítas, após fundarem São Miguel, um dos Sete Povos das Missões, avançaram até a região, estabelecendo uma redução, que chamaram de Santo André dos Guenoas. Os índios, que os padres pretendiam catequizar, rebeldes em relação aos homens brancos e aos índios missionários, destruíram a redução.
Desde então, o município vem servindo de palco para diversos enfrentamentos, como o ocorrido em 1752, quando 600 índios charruas, comandados por Sepé Tiarajú, rechaçaram os enviados das coroas de Portugal e Espanha que, amparados no tratado de Madri, assinado dois anos antes, regulamentando os limites territoriais dos dois impérios na América do Sul, vieram para estabelecer as fronteiras..
Em 1773, D. João José de Vertiz y Salcedo, vice-rei de Buenos Aires, com cinco mil homens, saiu do Prata, atravessou o Uruguai e, chegando aos contrafortes da Serra Geral, construiu o Forte Santa Tecla, do qual ainda existem as ruínas e que foi demolido e arrasado em dois combates. Cercado por um fosso de nove metros de largura e 2,5 de profundidade, muralha de três metros de altura, o forte tinha baluartes que alcançavam 5,5 metros.
 
Na área do município, o general Antonio de Souza Neto, em violento combate, conhecido como a “Batalha do Seival”, derrotou as forças legalistas e, no dia seguinte, proclamou a República Riograndense.
Na Revolução de 1893, quando os federalistas reagiram à ascensão dos republicanos, Gomercindo Saraiva invadiu o Rio Grande do Sul pelo rio Jaguarão e, no Passo do Salsinho, foi travado o primeiro combate. O município testemunhou combates das Traíras, o “Cerco do Rio Negro” e o “Sítio de Bagé”. No Rio Negro, 300 prisioneiros foram degolados, sem poderem esboçar defesa.
O atual município de Bagé teve o seu primeiro contato com o homem europeu no final do século XVII, entre 1683 e 1690, quando os padres jesuítas, após fundarem São Miguel, um dos Sete Povos das Missões, avançaram até a região, estabelecendo uma redução, que chamaram de Santo André dos Guenoas. Os índios, que os padres pretendiam catequizar, rebeldes em relação aos homens brancos e aos índios missionários, destruíram a redução.
Desde então, o município vem servindo de palco para diversos enfrentamentos, como o ocorrido em 1752, quando 600 índios charruas, comandados por Sepé Tiarajú, rechaçaram os enviados das coroas de Portugal e Espanha que, amparados no tratado de Madri, assinado dois anos antes, regulamentando os limites territoriais dos dois impérios na América do Sul, vieram para estabelecer as fronteiras..
Em 1773, D. João José de Vertiz y Salcedo, vice-rei de Buenos Aires, com cinco mil homens, saiu do Prata, atravessou o Uruguai e, chegando aos contrafortes da Serra Geral, construiu o Forte Santa Tecla, do qual ainda existem as ruínas e que foi demolido e arrasado em dois combates. Cercado por um fosso de nove metros de largura e 2,5 de profundidade, muralha de três metros de altura, o forte tinha baluartes que alcançavam 5,5 metros.
 
Na área do município, o general Antonio de Souza Neto, em violento combate, conhecido como a “Batalha do Seival”, derrotou as forças legalistas e, no dia seguinte, proclamou a República Riograndense.
Na Revolução de 1893, quando os federalistas reagiram à ascensão dos republicanos, Gomercindo Saraiva invadiu o Rio Grande do Sul pelo rio Jaguarão e, no Passo do Salsinho, foi travado o primeiro combate. O município testemunhou combates das Traíras, o “Cerco do Rio Negro” e o “Sítio de Bagé”. No Rio Negro, 300 prisioneiros foram degolados, sem poderem esboçar defesa.